Archive for the ‘arte’ Category

av. pompéia, novembro de 2008. (remexendo os arquivos…)


As cidades se fecham em si mesmas O argumento da degradação das relações humanas Cria o elogio à violência Que além de espiada e pensada Coloca-se cada vez mais presente No grande mundo através de guerras No mundo interior na forma de discriminação Uma série de pequenas maldades Se destilam em nossas almas e mentes […]


“foi uma puta experiência!”, concordávamos algumas meninas, horas depois da primeira pedalada pelada de São Paulo. sim, em múltiplos sentidos. renata falzoni, linda! o assédio da “grande mídia” foi lastimável. desrespeito, insinuações as mais grosseiras, especialmente com as meninas. mas entre nós, ciclistas, o clima era outro. pintamos os corpos uns dos outros, frases, desenhos, […]


Caminhada coletiva “traga sua luz“, proposta do coletivo PI – Política do Impossível e do Fórum Centro Vivo para questionar a política higienista da prefeitura paulistana no bairro da Luz. mais fotos e relatos da ação: Apocalipse Motorizado Gira-me Isaumir Nascimento / CMI Peetssa – Política do Impossível / CMI


“as coisas recebem seu ser e sua natureza por dependência mútua e, em si mesmas, nada são.” Nagarjuna (150-250 E.C.) pra ver a imagem inteira:


antes tarde que nunca: registro da performance paulistanos ação 3: espaços de contemplação de Maíra Vaz Valente. mais fotos na aba intervenções cidade afora. álbum de fotos: espaços de contemplação


agitada a bicicletada de novembro! Mona Caron, participante da massa crítica de São Francisco (a primeira), veio nos visitar e deixou um presente pra cidade! noite também da primeira ghost-bike de São Paulo, em homenagem aos ciclistas mortos nos “acidentes” de trânsito… são paulo motorizada, agonizava, parada (cof, cof)! a sede paulistana da “vênus platinada” […]


Não se sabe quem é (ou são) Banksy. O mercado de celebridades, sedento, especula que seja um rapaz de Bristol (UK), 30 e poucos anos e aposta num nome, que não vem ao caso. Parece ser difícil, para alguns, lidar com uma profusão imagética tão provocativa e sensível espalhada pelos muros da(s) cidade(s), que invade […]


“Tenho lido Whitman, sabe o que ele diz, Cheer up slaves, and horrify foreign despots, ele quer dizer que a atitude para o Bardo, o bardo zen-lunático dos antigos caminhos do deserto, vê a coisa toda como um mundo cheio de andarilhos de mochilas nas costas, vagabundos do dharma que se recusam a concordar com […]