“foi uma puta experiência!”, concordávamos algumas meninas, horas depois da primeira pedalada pelada de São Paulo.

sim, em múltiplos sentidos.

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renata falzoni, linda!

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o assédio da “grande mídia” foi lastimável. desrespeito, insinuações as mais grosseiras, especialmente com as meninas.

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mas entre nós, ciclistas, o clima era outro. pintamos os corpos uns dos outros, frases, desenhos, de protesto, bem-humorados, pungentes.

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e foi só sairmos pedalando (desviando dos “obstáculos”) que muita gente ficou à vontade pra pedalar pelado/a pela av. Paulista!

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claro, hipocrisia reinante, a polícia interviu truculenta, com direito a chute no saco, gás de pimenta e cassetetes. e levou um de nós, preso. mudamos de rumo: lá, na delegacia, a “arma” bicicleta era era ameaça à altura de metralhadoras…

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“ô seu delegado, libera o pelado!!!”

“eu nasci pelado/a!!!”

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algumas horas depois, o André foi solto. aguardemos os desdobramentos.

putz, uma experiência. acho que estamos cada dia melhores.

ah, aqui ou aqui tem mais fotos .

republico aqui a nossa declaração sobre o “I world naked bike ride São Paulo“.

Declaração dos participantes da I Pedalada Pelada de São Paulo

Motivações

A I Pedalada Pelada de São Paulo, ou World Naked Bike Ride (WNBR), ocorreu no dia 14 de junho de 2008. Esta foi a primeira edição do evento realizada no Brasil, nos mesmos moldes das ações que acontecem em diversas cidades do mundo com o apoio da população em geral e do poder público.

Nus é como nos sentimos por ter que disputar espaço nas ruas de São Paulo, em meio à violência gerada pelo stress dos motoristas parados em congestionamentos, confinados em máquinas poluentes de vidros escuros. Diariamente essa situação coloca em risco a vida de ciclistas, de pedestres e até de outros motoristas.

Pelados, os ciclistas pretendem chamar a atenção para a exposição indecente à poluição dos carros, para a morte dos espaços públicos tomados por esses veículos e principalmente, para sua fragilidade diante das poderosas máquinas motorizadas, muitas vezes guiadas por pessoas agressivas que não respeitam a bicicleta como o veículo que é, previsto no artigo 96 do Código de Trânsito Brasileiro.

O CTB ainda prevê que, na ausência de local específico para o deslocamento, a bicicleta deve ocupar a faixa da direita da via com preferência sobre os veículos automotores (artigo 58 ) e obriga os veículos a guardarem uma distância lateral de um metro e meio ao ultrapassarem uma bicicleta (artigo 201).

Mas a maioria dos motoristas desconhece ou simplesmente desrespeita essas regras, e se recusa a compartilhar as ruas com os ciclistas. E isto acontece com a conivência do poder público, que não pune as infrações cometidas por esses motoristas contra nós.

Somos constantemente ignorados, somente nus somos vistos?

A concentração na praça e o assédio da mídia

Na Pedalada Pelada cada ciclista poderia participar vestido (ou não) da maneira como se sentisse mais confortável. O lema era “tão nu quanto você ousar”. A nudez nunca foi uma imposição nem uma obrigatoriedade, mas a expectativa gerada durante a semana levou à concentração na Praça do Ciclista um número enorme de curiosos, dezenas de policiais, jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos da grande imprensa.

Mais de quatrocentas pessoas estavam lá para pedalar. Os demais queriam ver e registrar a nudez prometida. Especialmente a nudez feminina. Foi Renata Falzoni, ciclista de longa data e avó, quem ousou primeiro e logo na largada da pedalada ficou completamente nua.

Como ela, outras mulheres tiveram que corajosamente suportar o assédio invasivo de muitos “jornalistas”, ávidos por erotizar e tornar públicos seus corpos em busca de audiência. As câmeras saltaram sobre elas, acompanhadas muitas vezes por comentários machistas de conotação sexual. Esse comportamento lamentável fez com que muitas deixassem de se despir.

No meio da confusão protagonizada pela grande mídia, ciclistas foram pintando os corpos uns dos outros com tintas coloridas. Frases divertidas ou de protesto, desenhos surgindo na pele, todos se enfeitavam para a pedalada, e para trazer um pouco de alegria para a cidade cinza coberta de asfalto.

Celebração da nudez não sexualizada e não comercializada. Liberdade de expressão e manifestação.

Iniciada a pedalada na Avenida Paulista, à medida que os ciclistas se distanciavam da praça foram tomando coragem de expor mais seus corpos. Seguindo o lema naturista, puderam celebrar sua nudez não sexualizada e não comercializada, muito diferente da exposição sexual dos corpos padronizados tão comum nas emissoras de TV e revistas.

Centenas de pessoas puderam expor por alguns instantes seus corpos “imperfeitos”, gorduras a mais ou a menos, celulites e estrias livres da ditadura estética vigente que causa distúrbios alimentares, complexos e depressões.

A alegria desse momento foi tão contagiante que provocou aplausos da “platéia”. Pessoas que caminhavam pelas ruas, passavam dentro de ônibus ou automóveis, riam, assobiavam, apontavam a massa de pelados que pedalava. Câmeras e mais câmeras de celulares foram apontadas para a avenida.

E a prova máxima de civilidade foi dada pelos próprios ciclistas nus (ou seminus), que abriram mão de assédios e piadas de mau gosto para compartilhar respeitosamente um momento de pura liberdade de expressão e manifestação.

Criminalização da nudez, neutralização da massa e violência policial

Infelizmente, aprendemos com nossa ação que a nudez que se manifesta livremente a favor da vida é criminalizada, enquanto a nudez explorada, sexualizada e comercializada nos carnavais, novelas e revistas é permitida.

Durante o trajeto, um comandante da polícia militar deixou claro a quem ele pensou ser o organizador da ação, que o nu frontal não seria tolerado, somente corpos pintados como no carnaval. Apesar das dezenas de ciclistas completamente nus, André Pasqualini acabou sendo escolhido como o “bode expiatório” e foi levado nu para a delegacia, como forma de neutralizar nossa ação.

Alguns ciclistas tentaram se manifestar contra a prisão e foram agredidos com pontapés e gás de pimenta, como mostra diversas fotos e vídeos publicados pela grande mídia (matéria no Estadão) e pela mídia independente. Como sempre é feito em manifestações ciclo ativistas, os ciclistas ergueram suas bicicletas no ar. Foram absurdamente acusados de usá-las como arma.

O comandante da operação declarou diante das câmeras que fez o que estava planejado, prendeu o “líder” da ação para acabar com a manifestação. A lógica estava errada, já que não existem líderes ou organizadores da Pedalada dos Pelados, mas a tática deu certo, porque seja lá quem tivesse sido detido, nós não deixaríamos de apoiá-lo.

Com a prisão de um dos seus participantes, a massa perdeu um pouco em alegria e parte dos pelados cobriram ao menos suas genitálias e seguiram escoltados pela CET rumo ao 78º DP na Rua Estados Unidos. A festa continuou ali, aos gritos de “Ô seu delegado, libera o pelado!”.

A massa segue feliz e orgulhosa

Confirmado que o participante preso seria liberado, a massa seguiu de volta a Praça do Ciclista. Cruzou a Oscar Freire e subiu a Rua Augusta em ritmo de festa, feliz e orgulhosa, humanizando o engarrafamento de quem descia num coro bem-humorado de “Não fique aí parado! Vem pedalar pelado!” ou “Carro parado é coisa do passado! A moda agora é pedalar pelado!”.

A população nas ruas de São Paulo saudou a massa em festa durante todo o trajeto. A cidade, a Avenida Paulista, já acostumadas com a gigantesca parada do Orgulho GLBT, sentiram a alegria de ver o desfile das bicicletas e seus ciclistas nus e seminus, a despeito das leis antiquadas que (ainda) vigoram nesse país.

Mas podem se preparar, a festa será ainda maior em 2009.

Assinado,

Participantes da I Pedalada Pelada de São Paulo 2008 (World Naked Bike Ride São Paulo 2008 )


Caminhada coletiva “traga sua luz“, proposta do coletivo PI – Política do Impossível e do Fórum Centro Vivo para questionar a política higienista da prefeitura paulistana no bairro da Luz.


mais fotos e relatos da ação:

Apocalipse Motorizado

Gira-me

Isaumir Nascimento / CMI

Peetssa – Política do Impossível / CMI



oh, orgulho da cidade de São Paulo!

260 milhões numa ponte de gosto duvidoso, por onde só passam veículos motorizados individuais… a cara da cidade mesmo!

mais um logro rumo à limpeza social – mais de 8.500 famílias de baixa renda estão sendo despejadas – e ao congestionamento apocalíptico – a ponte já liga um engarrafamento ao outro!

mas nem tudo saiu como planejado na grande festa de inauguração do Estilingão, ou ponte estaiada…

pedalantes, pedestres, seres humanos – excluídos – uniram-se.

tá chegando a hora: cof, cof, cof!

a ansiedade logo transformou-se em ação – e frio na barriga.

lá vamos nós, como quem não quer nada, pedalando contra o vento (frio)!

– bicicletas não passam!

– ei, não pode passar!

do frio na barriga fez-se então a alegria, coletiva, resistente, autêntica e, pelo menos por alguns instantes, livre.

– ia ia ia, cadê as ciclovias?

– ia ia ia, moradia e ciclovia!!!

lindo – e delicioso – pique-nique, mais aprazível só se não fosse tanto concreto, tanta poluição ali, a nos rodear…

viva a cofabulação, a desobediência pacífica e alegre, a não-participação pela ação direta e criativa !!!

mais fotos aqui e:

ciclobr
henrique parra / cmi
imagens da ponte estilingada
kit / cmi
luddista
pedalante

mais relatos com fotos:

apocalipse motorizado
ciclobr
gira-me
isaumir nascimento / cmi
o escriba


Foi mesmo uma grande celebração a bicicletada em homenagem a quem trabalha sem motor e, claro, por uma cidade menos poluída e excludente.

O número de ciclistas se mantém acima dos cem um tanto, o que tem levado os/as participantes a refletir sobre os caminhos e descaminhos da experiência. Muito interessante…

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mais fotos aqui ou aqui.

pra se divertir mais:

fotos e relatos

pedalante
rex
transporte ativo

fotos

ciclista sp
ciclobr
dysprosio
luddista
pedalante

vídeos

rex – 1, 2 e 3


na bicicletada de março, uma diversidade linda de pessoas ocuparam as ruas de São Paulo para exigir mais respeito e espaço para o transporte sustentável e uma cidade mais humana. de quebra, ainda se divertiram, fizeram amizades e um belo passeio, só não mais agradável por conta da fumaça dos escapamentos.

quantos participaram da bicicletada de março? 127. ou seriam 248? importa mesmo é que parecia gente que não acabava mais…

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mais fotos aqui ou aqui.

mais fotos e um video da bicicletada de março:

CicloBR – relato e fotos
CicloBR – fotos
J. Mattoso – relato e fotos
Pedalante – relato, fotos e vídeo
Pedalante – fotos
UOL – Nelson Antoine – fotos


10 mil pessoas coloriram o centro de São Paulo no ato público do dia das mulheres!

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“Em nome da liberdade, a igualdade e a fraternidade, a Revolução Francesa proclamou em 1793 a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Então, a militante revolucionária Olympia de Gouges propôs a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. A guilhotina cortou-lhe a cabeça.

Meio século depois, outro governo revolucionário, durante a Primeira Comuna de Paris, proclamou o sufrágio universal. Ao mesmo tempo, negou o direito de voto às mulheres, por unanimidade menos um: 899 votos contra, um a favor.

A imperatriz cristã Teodora nunca disse ser revolucionária, nem algo no estilo. Mas, há mil e quinhentos anos, o império bizantino foi, graças a ela, o primeiro lugar do mundo onde o aborto e o divórcio foram direitos das mulheres.”

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“Os campos de concentração nasceram na África. Os ingleses iniciaram o experimento, e os alemães o desenvolveram. Depois Hermann Göring aplicou, na Alemanha, o modelo que seu papai havia ensaiado, em 1904, na Namíbia. Os mestres de Joseph Mengele haviam estudado, no campo de concentração da Namíbia, a anatomia das raças inferiores. Os negros e as negras eram as cobaias.”

“Não faltavam amigos para Hitler. A Rockefeller Foundation financiou investigações raciais e racistas da medicina nazi. A Coca-Cola inventou a Fanta, em plena guerra, para o mercado alemão. A IBM tornou possível a identificação e classificação dos judeus, e esta foi a primeira façanha em grande escala do sistema de cartões perfurados.”

“Em 1953, explodiu o protesto operário na Alemanha comunista.

Os trabalhadores lançaram-se às ruas e os tanques soviéticos ocuparam-se em lhes calar a boca. Então Bertolt Brecht propôs: “Não seria mais fácil o governo dissolver o povo e escolher outro?””

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“Dois dos Pais Fundadores dos Estados Unidos desvaneceram-se na névoa da história oficial. Ninguém recorda de Robert Carter nem de Gouverner Morris. A amnésia recompensou seus atos. Carter foi o único prócer da independência que libertou seus escravos. Morris, redator da Constituição, opôs-se à cláusula que estabeleceu que um escravo equivalia às três quintas partes de uma pessoa.

“O nascimento de uma nação”, a primeira superprodução de Hollywood, estreou em 1915, na Casa Branca. O presidente, Woodrow Wilson, aplaudiu-a em pé. Ele era o autor dos textos do filme, um hino racista de louvor a Ku Klux Klan.”

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trechos do artigo “O paradoxo ambulante“, de Eduardo Galeano. tradução de latuff.

mais fotos aqui ou aqui.


foi um sucesso a bicicletada das celebridades em São Paulo. 150 pessoas, humanas como a grande maioria das “celebridades”, viveram – “transformadas” – muito mais que os 15 minutos de fama profetizados por Warhol, num animado passeio pelo centro da cidade. e olha que choveu a noite toda…

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era o segundo aniversário da praça, desolada há meses por conta das obras na paulista. cantamos um parabéns, muitos/as loucos/as pra tomá-la por inteiro de volta, com direito a plaquinha, intervenções, festa de re-inauguração… extra-oficial, de preferência…

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celebridades para todos os gostos e desgostos…

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álbum de fotos

mais…

relato: apocalipsemotorizado

fotos: el.rojo

fotos: panóptico

fotos e relato: rex.em.fotos

pra num passar em branco, o panfleto virtual da bicicletada das celebridades…

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“as coisas recebem seu ser e sua natureza por dependência mútua e, em si mesmas, nada são.” Nagarjuna (150-250 E.C.)

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pra ver a imagem inteira:


algumas cenas do Carnaval Revolução 2008, “o último”, São Paulo, SP.

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bate-papo sobre o uso da bicicleta na cidade. relatos impressionantes, bacanas, de vários cantos do país.

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primeira das palestras com John Zerzan, estadunidense, filósofo do anarco-primitivismo.

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muitas/os interessadas/os na oficina de mecânica básica de bicicletas.

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a chuva virou festa. pelo menos três vezes esse tanto de gente brincou de pique-pega e variantes, uma diversão só. a fotógrafa inclusive…

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teve bicicletada extra. um pouco desfalcada, mas com direito a bikes emprestadas e bicicletantes de Joinville!

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mais fotos aqui.

mais sobre o carnaval revolução.